segunda-feira, 28 de julho de 2008

Primeiro!!!

Não é por nada não, mas com um empate o meu tricolor ficou no topo do Brasileirão.


Me desculpem os pobres palmeirenses e os colorados de plantão, mas...

Choooooooooooooooora!!!



**até á pé nós iremos para o que der e vier, mas o certo é que nós estaremos com o Grêmio onde o Grêmio estiver! **

sexta-feira, 25 de julho de 2008

We will rock you!

Amanhã é aniversário do homem mais lindo e perfeito que já passou por esse planetinha. Meu irmão!
Tá, tá... nem tão perfeito assim... afinal, pagode é foda, né?

Estou delicadamente e educadamente convidando quem quer que possa pra me acompanhar. Ok, a Mercedes vai comigo... mas ela é muito filosófica quando bebe!

Tô com 2 convites sobrando, homem R$5 e mulher R$3 (meda!!!). Barzinho localizado no Rudge Ramos, em São Bernardo, perto da UMESP.


E...

O surto da semana passada teve uma explicação extremamente razoável.

Menstruei.


** Adorei o banner do meu próprio blog que ganhei! Tipo assim... a pessoa aqui manja naaaaaaaada a não ser química e inglês. Valeu, Tio Green! **

terça-feira, 22 de julho de 2008

Uia!

Óia o que eu ganhei, ó:




Ô Ana do Mundo... coisa mais linda da tia Luca...

Agora tenho que repassar, né? Hummmm...

Não é um blog do tipo "bonitinho"... Mas me faz rir pacas todo dia!


And the winner is...


domingo, 20 de julho de 2008

O preço

Preferia me tornar uma velha ignorante do que ter conhecido tão cedo as delícias da carne e da alma.

Benditas as mulheres que nunca gozaram ou que nunca amaram. Essas são felizes!

Imagine a minha situação: aos 17 anos já carregava uma certa "bagagem" sexual.Ou seja, já tinha experimentado um bocado de coisas, gostos, posições e peles. Sempre tive plena consciência de que sexo não necessariamente envolve sentimentos, e sim sensações; além de também sempre ter sabido como e onde ser tocada... a pressão, o movimento, a velocidade. Tudo isso sempre me foi muito claro.
E, se assim não fosse, eu talvez gostaria mais. Afinal, qualquer sexo seria bom!

Mas o coração... Ah, esse negocinho dentro de mim que não bate à toa, essas borboletas encasuladas no meu estômago, esse brilho nos olhos que faz que vem mas não chega nunca...
Amor de verdade não acontece duas vezes... mas para a maioria, não acontece nunca. E a minha vez já passou.
Hoje vivo de paixonites. Coisa rápida: bato o olho, gosto, converso, gosto mais, fico encantada, encanada e *PUFT!*, passou.
Só nessas férias - 20 dias - consegui a incrível marca de três paixonites. Três caras que considerei "perfeitinho, um sério candidato!" e que, do mesmo jeito que vieram, foram. Por motivos muito simples: para um faltou maturidade; para outro, independência e para o terceiro, as duas coisas.

Só quero alguém que não fira meu amor-próprio, até porque quando isso acontece, meu orgulho grita.
Até hoje sufoco um amor (aliás, o amor da minha vida) por isso. Ele possui minha alma, mas não tem acesso ao corpo. Pelo mesmo motivo, mantenho o homem da minha vida ao meu lado, com livre acesso ao corpo mas as portas da alma fechadas.
Isso sem contar, é claro, os casos. Uma semana aqui, o fim de semana ali, a outra semana lá, o outro fim de semana acolá. Parceiro fixo? Sim. Dois.

Galinha?

Sim!

Enquanto não tocarem a alma e o corpo simultaneamente, vou ciscando por aí.
*As paixonites de férias acabaram junto com o descanso. Na verdade, falta uma semana de férias, tempo para mais uma paixonite!*

** Cheguei no beco sem saída, né? Mas, a vida - incrível como só ela é - me estendeu uma mãozinha pra subir na escada de incêndio. E não precisei pular o muro! **

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fogueira santa: esperada e temida


Sabe o que é estar num beco sem saída, úmido, escuro e frio?

Eu sei. E é nesse lugar que eu tô. E eu tenho medo de escuro, rinite e sou claustrofóbica.

Mas tem esse muro, cheio de musgo e mofo. É subir e pular. Do outro lado, tem uma praia. Nem limpa, nem suja, apenas uma praia como outra qualquer. E, pelo jeito, é pra lá que eu vou.
Não existe outra saída quando a vontade procura um botão de "restart". Dar um boot na vida, e recomeçar.

Já fiz isso antes, e com isso passei uma temporada em Angra e outra em Campinas.

O que me impede de fazer isso de novo? É o que o corpo pede e a alma implora. Deixar tudo pra trás, carregar apenas o necessário. Deixar as experiências (boas e más) para trás, junto com promessas não cumpridas e juras de amor não correspondidas. Deixar as amizades - falsas ou não, deixar a família, carregar apenas a criança que colore minha vida.

Tá, eu sei... quem sabe exatamente o que tá acontecendo tenta me convencer a ficar, mesmo com um sorriso seco e o apoio nas decisões. Simplesmente aceitam, meio a contragosto... e foi nessa hora, dentro do carro, em frente ao apartamento do menino mais lindo do mundo e com ele ao meu lado me carinhando que ouvi as palavras que mais me comoveram nessa vida: "Querer que você vá, eu não quero. Vou morrer de saudade. Você é minha irmã, pô!" Pois é... o homem mais importante da minha vida nunca tinha falado nada tão sério comigo.

E é nessa hora que me dá o nó na garganta, os olhos ficam marejados, a alma se sente desamparada.

Mas é preciso. Hora de não ser covarde e dar um pé na bunda do mundo.

Devo ter a resposta hoje. Preciso disso. E aí, sim... beijo, tchau São Paulo. Tendo o sim hoje, mudança na próxima semana. Sem despedidas, sem adeus. Apenas a partida, seca e sem honra, que se transforma em fuga.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Um dia de cão... um mês de cães danados

Eu devia ter aceitado um dos pedidos de casamento que recebi.
Eu devia ter me dedicado mais àquele emprego.
Eu devia ser mais flexível e continuar morando com meus pais.
Eu devia ter me precavido direito e não ter engravidado.
Eu devia ter aceitado aquela proposta de emprego pra ficar viajando o mundo.
Eu devia ser menos impulsiva.
Eu devia ter pedido desculpas quando tive a oportunidade.
Eu devia ser menos egoísta e orgulhosa.
Eu devia ter dito a verdade pra *ele*.
Eu devia deixar de ser amiga *daquele* que não quero ser apenas amiga.
Eu devia ter mentido pro *outro*.
Eu devia voltar com *aquele cara* que eu sei que gosta de mim.
Eu devia ser menos amiga das pessoas.
Eu devia parar a terapia.
Eu devia mudar de casa.
Eu devia ter ficado em casa.
Eu devia ir embora de uma vez.
Eu devia procurar um emprego decente.
Eu devia me controlar.
Eu devia ser sincera comigo mesma.
Eu devia parar de ter medo do escuro.
Eu devia parar de ter medo das pessoas.
Eu devia dormir mais.
Eu devia me alimentar melhor.
Eu devia abandonar meus vícios.
Eu devia saber expôr meus sentimentos.
Eu devia chorar quando tenho vontade.
Eu devia parar de sonhar acordada.

"Eu devia..." Nunca chegarei a entender o sentido real dessa frase.

Continuando a série "tá, tá, já entendi: agora sou adultinha". Não, não tô legal, tô cansada pra caramba. Quero voltar a ter 16 anos, pra casa dos meus pais, ter como única responsabilidade ir bem no curso de química...

Cansada... muito cansada. Muita coisa pra pensar, muita coisa pra resolver, misturando razão e emoção. Definitivamente, não tô numa boa fase.

Nessas horas que a gente percebe que, apesar de se ter o mundo inteiro ao redor, se está sozinha.

No fim, sempre se está sozinha.

Ordem no caos... olhos nublados

Sei que errei.

Talvez tenha apressado as coisas... essa minha ansiedade! Me perdoa, te assustei... mas você me intriga. Diz que não mas faz que sim, se afasta mas fica do lado, joga um charme, se faz presente.

Quando escuto sua voz meu coração se agita, não sei como agir.

Tenho que conviver com você, com o que aconteceu, com o seu olhar tímido, com a lembrança de algo que aconteceu mas não teve eco... algo que podia ser tão legal se não fosse seu medo... seu jeito sistemático de ser que tanto me irrita e tanto me atrai.

"Como tudo começou?", você me perguntou. Deu vontade, não sei... talvez a convivência, as histórias compartilhadas, seu sorriso tímido, quem sabe? Essas coisas não se explicam, se vivem. Mas você não quer viver. Fazer o quê? Tenho que respeitar.

Você é chato (vivo te falando isso). Mas eu gosto de você. Eu gosto de você do jeito que você é.


** roubado livremente da Ana **

"Ontem eu decidi não fazer nada pra ter você de volta pra mim. Eu sei que logo ia me arrepender, eu não sabia que um dia é muito sem você." Tequila Baby - Chovendo Corações Pela Cidade

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Os sonhos são os mesmos há muito tempo, mas não há mais muito tempo pra sonhar

Na últimas semanas a adolescente dentro de mim acordou. E essa Wendy teve o prazer de fazer alguns vôos com Peter Pan e brincar com o Menino Perdido.
Refez atitudes inconseqüentes e impulsivas, imaturas e irracionais. Jogou sinuca e boliche, foi ao interior e à praia, passou a noite ouvindo música dentro do carro, comeu pizza e feijoada, cantou num karaokê e numa "Rock Band", trocou carinhos e confidências, reviu velhos amigos e conheceu novas pessoas, se desapaixonou de velhos amores e encontrou um novo amor. Viu chover corações pela cidade.
Subiu aos céus e desceu ao inferno.
Mas, Wendy, meu bem... não se pode ser adolescente pra sempre. É preciso voltar à rotina, ao dia-a-dia, às responsabilidades, à mesmice.
Não se pode atravessar estradas tentando alcançar o horizonte, não se pode fazer rotas idiotas traçadas por si mesma, manter os olhos úmidos e as pernas abertas tentando aquecer o coração. E é por isso, Wendy, que estou te colocando ali no cantinho.
É impossível reprimir o que acontece quando chega a hora de dizer "chega!".
Então, Wendy, continue sonhando e suspirando pelo Peter e pelo Menino Perdido. Guarde como mais uma lembrança (entre tantas) do que poderia ter sido e não foi.
É lindo não querer crescer, mas a vida real chama.

Adeus, Terra do Nunca.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Ah, essas mulheres...

Me diga: quem foi a feladapouta que resolveu queimar sutiã?

Essa mulher, com certeza, não tinha um emprego. Nem um amor. Nem filhos.

Claro, tudo o que nos foi conquistado é importante. Mas não somos homens. Somos mais delicadas, mais arredondadas, mais emocionais.

Não é fácil ser mulher no novo século.

Independente, que cuida da própria vida, não precisa dar satisfações à ninguém, sai com quem quer, quando quer, para onde quer e faz o que quer. É lindo pensar em independência feminina.

Só esqueceram de me perguntar se EU queria isso.

Independência é um termo tão banalizado atualmente... o que é ser independente? É pagar as suas contas em dia mas ficar trancado em casa? É trabalhar dia e noite para custear um padrão de vida? É fazer sexo com o maior número possível de pessoas e voltar para casa sozinho?

Não vou negar. Já fiz tudo isso, muitas vezes. Mas, cadê a minha independência? Sempre refém de alguma coisa, seja dinheiro, carinho ou sexo. Já que é pra ser refém de algo ou alguém, que seja algo que valha a pena.

Prefiro deixar minhas contas vencerem mas poder abraçar cada um dos meus amigos quando der vontade. Prefiro trabalhar bem menos (e ganhar bem menos) mas ter qualidade de vida ao lado da minha filha. Prefiro deixar de ter novidades sexuais mas ter um companheiro que me abrace e diga "vai ficar tudo bem".

É lindo ser mulher. Mas as pessoas de hoje se dizem tão cheias de ideologias que deixam de perceber o mundo ao redor. Deixam de perceber que cada pessoa é única, é especial.

Deixam de amar. Deixam de dizer "eu te amo".

Eu digo isso sim, várias vezes ao dia. Pra várias pessoas. Em várias situações. E todas verdadeiras.

Já disse "eu te amo" na cama com um semi-desconhecido. Oras... por quê não poderia amá-lo? Não necessariamente aquele sentimento que nos leva a querer a pessoa ao lado todos os dias de nossa vida, mas um sentimento maior, de amor e respeito pelo outro.

Então, repito: pra quê tanta independência feminina? Preferia bem mais ter vivido nos anos 50, onde aí sim eu poderia exercer toda minha feminilidade tendo tempo e atenção para com as pessoas queridas, seja pensando no prato do jantar, acompanhando a lição dos filhos ou assistindo televisão ao lado do marido.

Agradeço, mas rejeito a oferta.

** Simone de Beauvoir que me perdoe, mas quero meu sutiã onde ele deve estar: nos meus seios. **

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Caraaaaaaaaaaaaaaalho!!!

Me roubaram ontem de madrugada. Rádio, óculos e carregador de celular. Uma porta entortada.

Não, não quero falar sobre isso.